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novembro 26, 2005

Chez Victor Hugo

Por:Isabel Faria


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Je m'arrête. L'idylle est douce
Mais ne veux pas, je vous le dis,
Qu'au delà du baiser on pousse
La peinture du paradis.

Victor Hugo

(A.Pacheco, não ficaram tão bem quanto pretendia. Mas por lá passei e por lá deixei o teu olhar. Como prometido. Sentada naquele cafezinho de esquina onde parece que Victor Hugo, escrevia, foi a tua Praça que olhei. Um abraço.)

Publicado por Troll Urbano às novembro 26, 2005 10:11 PM

Comentários

Mas porque é que não tive atençao nas aulas de Frances?!!!...bolas...

Uma coisa é certa e bem verdadeira, por aquilo que já vi das fotos que tiraste, tens, alem do jeito nato para a escrita, uma capacidade incrivel para captar com uma simples máquina fotográfica a verdadeira essência de uma imagem.

Os meus sinceros parabéns.

Publicado por: The Wolf às novembro 26, 2005 10:26 PM

Lobo, arranja-se umas aulitas...a bom preço, que depois de pagar cafés a 3 euros a coisa tá preta.
Quanto ao verso...nunca é fácil traduzir um poema. Sobretudo se for apenas uma parte escolhida do poema como é o caso.

Não to conseguiria traduzir. Teria que saber o que nele ou na vida , para mim significa, pousser (empurrar, impelir, forçar, germinar,activar) a pintura do paraíso.

Há sempre num poema a palavra que o torna nosso.
Resumidamente, talvez, apenas, que mesmo no maior edílio,com o melhor beijo, há que não esquecer que que não se pode "alterar" o paraíso. Ou alcançar? Ou criar? Ou mudar-lhe a cor?
Baralhado??? Devias ter mesmo tido mais atenção, amigo. Não sei traduzir nem escrever poemas. Lá os vou sentindo...

Publicado por: isabel faria às novembro 26, 2005 11:03 PM