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janeiro 30, 2006
A luz de Lisboa
Por: Isabel Faria

Talvez seja do Sol. Ou do Rio. Não há luz como a de Lisboa.
Se se pudesse, por momentos, esquecer as estações de metro abertas durante a noite. Talvez cheias. Esta manhã, talvez pela neve de ontem. Ou pelo frio. Ou pelo Sol. Ou pelo Rio. Não haveria luz como a de Lisboa.
Publicado por Troll Urbano às janeiro 30, 2006 10:05 AM
Comentários
Infelizmente cheias, tal como a casa abrigo que tem capacidade para 200 pessoas. Para esses Lisboa não tem luz porque a vida é feita só de sombras e de escuridão.
Publicado por: Daniel Arruda às janeiro 30, 2006 10:10 AM
E não há mesmo.
Publicado por: Alves Fernandes (Pre para @s amig@s) às janeiro 30, 2006 10:15 AM
De repente, já vejo o Castelo...
Haveria de o ver! De o voltar a ver, daquela rua...
Publicado por: Grilo da Idanha às janeiro 30, 2006 05:58 PM
Grilo, entre o condicional e o futuro...às vezes prefiro o futuro.
Daniel,foi a pensar nessas que esta manhã, ao vir para a empresa, não consegui aproveitar a luz maravilhosa que invadia a cidade.
Alex, estava tão linda esta manhã...
Publicado por: isabel faria às janeiro 30, 2006 06:25 PM
Concordo completamente contigo, depois da neve de ontem não há luz como a de Lisboa. :)
Publicado por: Johnny às janeiro 30, 2006 07:03 PM
Johnny, não imaginas de manhãzinha cedo (pois não???)...estava um frio enorme, mas havia uma luz linda.
Publicado por: isabel faria às janeiro 30, 2006 08:05 PM
Essa manhãzinha cedo ainda estava muito escuro no meu quarto. Mas acredito!
Publicado por: Johnny às janeiro 30, 2006 08:24 PM
Eu cá que não me chamo Johnny, levantei-me cedo, e confirmo que estva lindo, mas um taró de morrer. O termómetro aqui na praça em frente da minha casa marcava dois graus... Brrrrr...
Publicado por: Emiéle às janeiro 30, 2006 09:55 PM