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janeiro 27, 2006
Portugal no Espaço
Por: Daniel Arruda
Eu sou feliz. Moro num distrito que é o melhor do país, onde não há desemprego nem poluição, onde há serviços públicos de qualidade. Este distrito é Setúbal e fica num país chamado Portugal. País esse que atingiu um sonho antigo de haver um Governo, uma Maioria e um Presidente. Um país onde a inflação está controlada, onde o poder de compra aumenta cada ano que passa. Um país onde se vê cada vez mais investimento, especialmente o estrangeiro. Um país onde todos temos acesso á saúde, educação e à justiça. Um país onde não há burocracia e onde não há desempregados e onde os licenciados têm todos colocação. Moro em Portugal, onde consecutivas reformas acabaram com a burocracia do estado. Um país onde nos reformamos aos 65 anos com vontade de trabalhar por mais anos apesar do sistema de segurança Social ser dos mais avançados da europa e onde não h´areformados a receberem menos de um salário mínimo nacional. Foram precisos diversos choques para chegarmos aqui. Foi o choque na educação, o choque fiscal e mais recentemente o choque tecnológico, aliado ao choque que as grandes fortunas e os especuladores bolsistas e imobiliários levaram ao saberem que tinham de pagar impostos sobre tudo o que recebiam. Moro em Portugal, onde as Universidades públicas formam profissionais que abdicam das suas carreiras privadas para se dedicarem a 200% á causa pública, como os médicos por exemplo. Um país onde o investimento é controlado e pensado, de modo a que derivas faraónicas como no passado não se repitam. Por isso os nossos serviços publicos e obras deixaram de ter derrapagens na execução o que poupa milhões de Euros aos cofres do Estado, sendo que esse dinheiro é depois investidos no ensino para construir pavilhões, refeitórios e para compensar a propina que foi entretanto abolida. Vivo aqui, onde os direitos dos trabalhadores são respeitados, onde a taxa de mortes e invalidezes por acidentes de trabalho é a menor da Europa, devido a uma legislação abrangente e unificadora como é o código de trabalho aliada a uma concertação social que funciona. Vejo o meu país a ser anualmente invadido por estrangeiras que vêm aqui praticar o aborto, proibido nos seus países e que se juntam aos milhões de turistas que enchem os nossos milhares de resorts de qualidade, para jogarem golfe com os seus "amigos" Portugueses, pois desde que o golfe foi introduzido nos curriculuns escolares não se pratica outra coisa sendo já o desporto nacional destronando o futebol e para a seguir ao desporto se poderem banhar nas praias calmas, longe dos emprendimentos de torres de 30 andares colados ás praias como vemos noutros países. Mais mas muito mais razões haveria para preferir Portugal mas não quero ser fastidioso.
No outro dia ao viajar por um desses países pobres do centro da europa, vi aquilo que me faltava para ser completamente realizado como portugues. Uma bandeira portuguesa no espaço. Meus amigos. Somos a potência do mundo, a locomotiva da Europa, já tinhamos tudo, menos a bandeira no espaço. Agora já temos. Se não se acredita, clique aqui.
Não vos disse. Quem manda não se acreditarem em mim.
Publicado por Troll Urbano às janeiro 27, 2006 07:32 PM
Comentários
Tu quando estás assim com essa imaginação toda é para pores a gente a chorar, né??? È muita mau, porra!!!!
Publicado por: Isabel Faria às janeiro 27, 2006 09:16 PM
Obrigado Isabel, eu sabia que também te ias sentir melhor como portuguesa depois de ler isto.
Publicado por: Daniel Arruda às janeiro 27, 2006 09:38 PM