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fevereiro 21, 2006
Um dia com o Zeca
Por:Isabel Faria

Conforme prometido aqui está, de novo, o convite. Depois de amanhã, vamos cantar o cantor, o poeta e o músico. Se depois de amanhã quando abrirmos um Blog, dos que vão aderindo à ideia (obrigado a todos), for tembém o Homem que a gente vá cantar, ganhei a aposta. E ficar-nos-ei eternamente grata. A partir de ontem quando publiquei o post, esta é uma festa nossa. Só, por acaso, aqui nasceu. Poderia ter nascido em qualquer lugar, em que more a Liberdade e a Utopia. Em que more o Zeca.
E, já sabem, eu e o Farpas, estamos de serviço aos "em dificuldades". Agora aprendi...
Publicado por Troll Urbano às fevereiro 21, 2006 12:43 AM
Comentários
Vou tentar honrar o teu convite. Ando nisto há meia dúzia de dias, mas acompanho-te há meia dúzia de meses. E se do meu sítio não saírem os sons, ao menos que saiam as palavras... até depois de amanhã.
Publicado por: 6to100tido às fevereiro 21, 2006 02:32 AM
Olá Isabel! Confirma-me só se recebeste o meu email!
Publicado por: Farpas às fevereiro 21, 2006 02:18 PM
Rececbi, Farpas...já te respondo porque preciso de ajuda...uauu!!!! eu que não sou nada azelha!!!!
Publicado por: isabel faria às fevereiro 21, 2006 02:37 PM
É EVIDENTE QUE CONTAM COMIGO!!!
Hoje já é tarde, mas amanhã vou já "decorar" o Tadechuva.
Um @bração solidário de bem haja a esta casa.
Zecatelhado
Publicado por: zecatelhado às fevereiro 22, 2006 02:39 AM
6to100tido, fui agorinha mesmo lá a tua casa...até amanhã. Obrigado.
Zecatelhado, é esta casa que te agradece a amizade. Um abraço.
Pois a parte do "decorar" para mim é mais complicada...achas que há cursos de Blogs, on line???
Publicado por: isabel faria às fevereiro 22, 2006 08:16 AM
Eh,eh,eh! cursos de blog!? Ó querida amiga, nesta matéria a maioria de nós faz (fez) o curso mais valioso que existe, que é o curso da "VIDA"; o que é que eu quero dizer? que fez o curso aprendendo lentamente um bocadinho todos os dias. Como eu, a maioria das pessoas veio para os Blogues percebendo tanto disto como de lagares de azeite, mas lentamente, hoje um bocadinho amanhã outro, lá foi fazendo umas coisitas.
Dentro dos meus rudimentares conhecimentos desta máquina, podes contar com o que quizeres - mada-me um ou mil mails - mas há para aí gente muito mais habilitada que aqui o velho Zecatelhado que se vai oferecer para que alcances os objectivos que pretendes.
Amanhã lá estará a minha modesta contribuição à homenagem ao GRANDE HUMANISTA.
Aquele @bração do
Zecatelhado
Publicado por: zecatelhado às fevereiro 22, 2006 11:34 AM
Desculpa;
claro que queria escrever QUISERES.
Publicado por: zecatelhado às fevereiro 22, 2006 11:36 AM
Zecatelhado, eu sei que é assim que se aprende...e com a ajuda de amigos...mas comigo não basta ajuda é, assim, mais tipo abrir a cabeça...se tu soubesses o tempo que levei a aprender a fazer um link...teve que ir a Émiàle lá a casa e escrever num papelinho...e a música, a música foi outro drama...obrigado pela oferta...sabe sempre bem saber que tenho outro amigo a quem recorrer em caso de crise...mas aviso-te já que as crises são diárias...por isso eu iria mais pelos mil...
Publicado por: isabel faria às fevereiro 22, 2006 12:34 PM
Nós estamos! "em dificuldades", isabel.
Precisamos do URL da música que queríamos pôr a tocar no charco. Tou farta de fazer pesquisas e nada, pá!
(acho que o shark já te enviou o apelo, podes responder para o mail dele, pelise?)
Publicado por: Mar às fevereiro 22, 2006 04:33 PM
....
PS: Eu conheci o Zeca, morei em Setúbal na Praceta de Montalvão, mesmo frente à sua casa. A minha irmã mais nova e a Joana, filha dele e da Zélia, andaram na mesma escola primária. Quando o Zeca e a Zélia saiam (para espectáculos, por exemplo) muitas vezes a Joana ficou lá em casa. O meu pai foi um dos muitos que ajudou o Zeca, vendendo os seus discos, clandestinamente aos amigos (pois estavam proibidos) e o Zeca, depois de ter sido expulso do Liceu de Setúbal, ficou sem outro modo de subsistência…e só depois do 25 de Abril é que a Zélia se conseguiu empregar. Até aí ninguém lhe deu emprego, nem a ela nem ao Zeca. O Zeca e a família não cantaram só a liberdade: sofreram na pele a falta de liberdade e nunca se vergaram. Pelo contrário, resistiram sempre e até chegaram a passar muito mal durante muitos anos por se manterem coerentemente na resistência ao fascismo. Porque foi isso o que o Zeca foi: um resistente da luta contra o fascismo.
Publicado por: Margarida às fevereiro 24, 2006 12:31 PM